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Há concordâncias e controvérsias em relação ao Miniconto no Brasil. De fato, a minificção no país é um em defesa da fé lee strobel pdf download importado. Grandes escritores, de vários países, adotaram esta linguagem dinâmica. Os mínis refletem estilos literários e os tempos modernos.

O desafio é escrever o máximo no mínimo espaço. O tamanho de um míni, incluindo o unifrásico, facilita a leitura, a análise e a publicação. As controvérsias se dão principalmente em torno do pioneirismo e da difusão do gênero.

Aqui, a essência da informação é um memorial do Miniconto no Sul de Minas Gerais. Assim, optou-se por um pesquisador que se concentrou nessa região e apresenta um expressivo material documental. Literatura Márcio Almeida analisou obras de 30 escritores minicontistas, em diferentes períodos. Resgate Histórico-Literário, do mesmo autor, se restringiu a quatro autores.

O pesquisador Márcio defende que o gênero literário nasceu em Guaxupé, Sul de Minas, nos anos 1960, por quatro escritores: Elias José, Francisca Vilas Boas, Sebastião Rezende e Marco Antônio Oliveira. Em 1968, os quatro tiveram textos divulgados em várias publicações, como o Poleiro de Urus, em 1968, e, no ano seguinte, no Cadernos 20, ambos produzidos pelo Diretório Acadêmico da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé, Fafig, que promoveu o 1º Concurso Nacional de Minicontos: Texto e Fala, em 1971. A revista Mensagem e o jornal O Coruja foram outros canais divulgadores. O Suplemento Literário de Minas Gerais se destaca.

Com a publicação de pelo menos cinco livros, a Imprensa Oficial de Belo Horizonte também contribuiu para promover contos e minicontos. No lançamento do primeiro livro de Elias, o crítico literário Wilson Martins escreveu um longo artigo no Suplemento Literário de O Estado de S.